Se as palavras insistissem em querer dizer...

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Não precisa mais gostar de mim, só não quero que me de motivo pra gostar de você. Talvez eu seja mesmo assim, eu quero tudo que não tenho e fico sempre esperando o que eu não vou ter.

— Esteban Tavares (via le-bru-ce)

É chegado o dia em que a gente vai parar de fazer as coisas pela metade, para fazê-las de verdade. Não mais direi meias-palavras, muito menos acreditarei em meias-verdades. Eu quero a verdade por inteiro, e quero que ela seja dolorida, se tiver que ser, ou prazerosa, ou como eu bem quiser - mas que seja de verdade! Eu quero conhecer as pessoas por completo, ir além da casca e, em suas almas, encontrar as ferramentas para curar as feridas da minha. Para que isso aconteça, vou me relacionar além da superfície, e ver que há algo por detrás dos olhos, e que o abraço não traz apenas calor. Que risquem dos dicionários a solidão. Quero conseguir ouvir mais do que palavras e arrancar sorrisos que contenham mais do que dentes e gengivas. Eu quero sorrisos nos olhos. Quero que o choro seja mais do que simples murmúrio e que as risadas me tragam a paz que eu preciso. Digo isso pois tenho certeza de que a alegria vai ser intensa, e as felicidades não caberão em mim, forçando-me a dividi-la com todos que fazem questão de viver ao meu redor. E que o amor arrebate. E que seja forte, contagioso e incurável.

— Lucas Silveira (via le-bru-ce)

(via le-bru-ce)

Aqui tem pipoca.

Aqui tem pipoca. Tem chocolate também. Tem todas essas coisas que você gosta. Tem carinho, tem meus braços e tem uma cama que cabe nós dois. Tem cobertor grande o suficiente pra nós e bem quentinho. Tem uma TV que podemos sintonizar em qualquer canal. Tem um rádio que eu vou deixar tocando a nossa sua música. Tem tudo o que você precisa e um pouco mais. Eu poderia te ligar e dizer pra você vir e ficar comigo até o  amanhecer… Mas você está fora de área, em outra cama, com outro cobertor, ouvindo outra música, comendo um monte de coisas envenenadas com doses homeopáticas de amor preparadas por outra pessoa. E eu tenho certeza que não foram tão bem feitas quanto as minhas… O que me resta é ficar aqui, comendo pipoca, na minha cama, embaixo do meu cobertor vendo a tua lembrança na minha TV e ouvindo a nossa música que já não significa mais nada pra você.


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 #Meus 

Pare de agir como um idiota…

E não importa o quanto você ame uma pessoa. Ou o quanto você se importa com essa pessoa, nem o quanto deseja sua felicidade. Se você a ama, você vai esperar certas atitudes dessa pessoa. Atitudes que você tomaria no lugar dela. Mas se essa pessoa não te ama você vai se decepcionar. Você espera mais do que essa pessoa pode dar. Se essa pessoa não te ama, ela não vai valorizar seus esforços. Se ela não te ama, ela não tem motivos pra sentir culpa em procurar felicidade de outras maneiras, que não seja você. Então PARE DE AGIR COMO UM IDIOTA. Lembre de como era antes disso tudo. Antes dessa pessoa entrar na sua vida. Chega de perguntas do tipo “será que essa dor não passa nunca?” ou ficar se lamentando com pensamentos do tipo “ah, podia ter sido diferente”. Comece a fazer única pergunta que realmente faz sentido. Pare, respire, organize os pensamentos e responda pra si mesmo. Alguma coisa do que fez tornou sua vida melhor? (Lucas Silveira)


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belovesick:

belovesick:

Eu não sei quem é você. Não sei qual é a cor exata dos seus olhos, ou como é a textura da sua pele. Não sou capaz de imaginar com precisão como deve ser lindo o seu sorriso, e não faço ideia de quantos sorrisos diferentes você tem — e nem o que provoca cada um deles. Eu não sei como é o seu cheiro… Não sei como deve ser a sensação do seu toque quente em minha pele fria, e nem da sua voz manhosa me fazendo provocações ao pé do ouvido… Querendo que eu perca o controle. Querendo que eu te chame de meu. Eu não sei como é o seu nome, quantos anos você tem, ou qual a rua em que você mora. Eu também não sei se esse espaço entre os meus dedos é o encaixe perfeito para os teus. Ou  se esse pedaço de alma que me foi roubado habita dentro de você, ansiando por mim do mesmo jeito que anseio por você — e algo dento desse meu coração maltratado grita que nunca vou chegar a saber. Mas eu me pergunto se você sabe, com exatidão, o tamanho do amor que sinto por você. Se você sabe qual a estrada errada na qual seguimos, que acabou fazendo com que nos perdessemos. Não, não nos perdemos… Não nos perdemos porque eu nunca cheguei a te encontrar… Porque você nunca cogitou a ideia de parar de fugir e ficar. Ficar comigo por um tempo, por um pra sempre. Me pergunto se você concordaria comigo se pudesse me ouvir agora. Eu não sei quais são seus pensamentoas antes de se deitar, ou como é o seu humor ao se levantar… Mas aposto que caso questionado, você saberia responder sobre os meus. Eu sempre fui transparente demais, não é? Você sabe meu nome, sobrenome, onde me encontrar. Você reconhece esse castanho envernizado que colore meu olhar de longe, e conhece bem os meus sorrisos— especialmente aquele sorriso que só você coloca no meu rosto. Conhece minha evidente falta de controle, e minha força para lutar contra a ideia de uma possível desistência. Eu prometi não desistir. Eu prometeria não desistir, mais uma vez, se no meio desse caminho a desistência já não me houvesse sufocado. Eu não sei quem é você, mas sei que esse amor que me preenche é indiscutivelmente e insanamente seu. E sei que você não está mais disposto a aceitá-lo, mas que no fim do dia se pergunta o mesmo que eu: Por que só não amar não foi o bastante? Não foi falta de amor… Foi falta de verdade. Foi excesso de mentira, convertida em verdades convenientes que não sustentavam os paredes do nosso mundo. Foi confiança demais depositada onde não havia nada que pudesse ser cultivado. Foi eu tentando chegar até você… Foram dois passos para frente, e quatro para trás. Fora a distância não física, mas mental que se instalou entre nós. Foi o excesso exageirado da palavra acreditar, e práticas exacerbadas do verbo esperar. Esperar por ligações que não se completavam, por cartas rasbicadas a mão que acabavam esquecidas em gavetas… Esperar por amor que trancafiado ao orgulho, não sabia que caminho seguir ou qual seu ponto de chegava. E era eu. Eu, parada em meio ao vácuo do mundo, remendendo as paredes deste com resquícios de verdades esgotáveis. Eu era o ponto de chegada. Esperando. Imersa nessa total ausência de você. Imersa nessa total insegurança, nesse desespero enlouquecer de não saber quem é você. E era você… Derrubando nossas paredes, e gritando para o mundo que não… Não somos sempre. Somos nunca. Foi a ausência do significado de esquecer… Esquecer de você. (bel♥vesick)


Te encontrar virou apenas uma questão de fechar os olhos.

(via fuckyeahbeeshop)

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Black Moustache